Pois bem, eu estava pensando qual seria minha primeira matéria aqui, então, como sempre, fui jogar vídeo game pra pensar. Ao tocar no controle, o “X” da questão parecia tão óbvio que me senti tão estúpido, que só comecei a escrever 3 horas depois disso...
Optei pelo game “DMC: Devil May Cry”, um game para apenas um jogador que conta a história de um Dante adolescente que, segundo o designer sênior, o português, Rogério Silva foi uma opção para lançarem um personagem típico dos filmes de Hollywood. Para que fizessem um “Brad Pitt” dos games, eles resolveram contar os primórdios de sua história. Muitos gamers, fãs da série, tiveram opiniões, muitas das vezes, negativas a isso, no entanto, agora que o game lançou, não a Capcom não para de receber elogios dos antigos e dos novos fãs.
Lançado aqui no Brasil em 15 de Janeiro, o jogo chega para PS3, Xbox 360 e Pc pelo preço médio (bem salgado, diga-se de passagem) de R$200,00.
Eu joguei o DMC - não, eu não comprei, baixei a Demonstração Grátis na PSN (não me lembro se era a brasileira ou a americana, mas acredito que esteja disponível em ambas)- e particularmente, me apaixonei! Ele é bruto, sangrento, no entanto organizado, não chega a ser um God of War em requisito “brutalidade” e nem organizado como Assassin’s Creed (eu acho organizado!).
O Game conta com uma trilha sonora fan-tás-ti-ca se você curte Metal, Trash Metal e Nu Metal (como eu). No entanto, mesmo gostando dessa violência musical que combina com o game, me chamou a atenção o fato de poder pôr músicas do meu sistema PS3 pra tocar durante o game (sugiro “Tick tick boom” do The Hivers).

Então, resumindo: Se você gosta de jogos assim e tem dinheiro pra comprar, não hesite, é um game que, provavelmente não irá se arrepender de investir.
Obrigado por ler!
"Face your demons."
ð Lorieno

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